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Car Enjoy Clube
...uma outra forma de estar no mundo dos automóveis. A fundação deste clube, levada a cabo por três amigos (Luís Grancho, Cristina Grancho e eu) - tendo-se juntado, mais tarde, Luís Lourenço - veio dar outra alma à minha paixão pelas quatro rodas, para além de me proporcionar bons momentos entre amigos, onde se convive e aprende cada vez mais!
Os clássicos de Rui Barata
Informações gerais sobre o...
2012 - Comemorações dos 44 anos
Apresentação / Cronologia:
Lançamento no Salão de Paris, em Setembro de 1968. Comercialização na Europa até 1983. As carrinhas e as pick-up continuaram a ser vendidas até 1991, nomeadamente em Portugal. O fim definitivo estava ditado na Nigéria em 2005, tendo sido produzidos exemplares na China e na Argentina até 1999. Total da produção: 3.680.439 (2.624.650 berlinas; 650.132 breaks; 370.996 pick-ups; 26.476 coupés; 8.185 cabriolets).
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504 L /73-79/ 1.8 c.c./ 79cv/7800€-5300€-3400€-1500€-500€
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504 GL /70-79/ 2.0 c.c./ 93cv/8700€-5200€-3300€-1500€-500€
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504 TI /72-79/ 2.0 c.c/ 104cv/9800€-6100€-4200€-1600€-700€
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504 Pick - up /79-89/ 1.6 c.c/ 62cv/----€-4800€-2900€-1200€-600€
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504 Familiale /72-79/ 2.0 c.c/ 93cv/9200€-5400€-3600€-1600€-600€
Informações gerais sobre o...
- Primeira série italiana (1983 – 1989): Europa e resto do mundo (excepto América);
- Segunda série italiana (1989 – 1993): Europa e resto do mundo (excepto América); (1989 – 1995): Itália; (1997 – 2002): Polónia; (... – 2002): Turquia; (1996 – 2004): Índia; (2001 – 2004): Paquistão; (1995 – 2004): Marrocos; (1998 - 2004): África do Sul;
- Primeira série brasileira (1984 – 1992): América latina e Caraíbas (Brasil, Argentina, Chile, Venezuela, Cuba, República Dominicana);
- Segunda série brasileira (1992 – 2004): América latina e Caraíbas (Brasil, Argentina, Chile, Venezuela, Cuba, República Dominicana);
- Terceira série brasileira (2004 – ...): América latina e Caraíbas (Brasil, Argentina, Chile, Venezuela, Cuba); (2005-…) Argélia – África; (2007 -…) África do Sul
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1º VW “Carocha” (1938 – 2003) – 65 anos: 21.529.464 unidades vendidas;
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2º Ford T (1908 – 1927) – 19 anos: 15.007.003;
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3º Fiat Uno (1983 – cont. em prod.) – 29 anos: cerca de 9.000.000;
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4º Renault 4 (1961 – 1991) – 30 anos: 8.000.000;
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5º Peugeot 206 (1998 - cont. em prod.) - 13 anos: 6.000.000 (até Abril 2007);
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6º Peugeot 205 (1983 - 1998) - 15 anos: 5.280.000;
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7º Austin/Morris Mini (1959 – 2000) – 41 anos: 5.270.000;
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8º Citroën 2 CV (1949 – 1990) – 41 anos: 5.114.961.
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“Carro do Ano 1984” (seiscentos jornalistas europeus enalteceram as seguintes características: boa aerodinâmica; espaço interior muito amplo; conforto de marcha apurado; e economia) – 1º Uno: 346 pontos; 2º Peugeot 205: 325 pontos; 3º VW Golf: 156 pontos -;
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“Carro do Ano” na Irlanda, Jugoslávia e Noruega;
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“Melhor Salão de Economia – 1984” – revista britânica “Car”;
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“Melhor Carro Pequeno – 1985” – revista britânica “What Car”;
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“Carro da Década – 1985” – revista britânica “Motor”;
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“Top 10 carros – 1985” – “Car”;
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“Melhor Carro Pequeno – 1986” - “What Car”;
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“Melhor Relação Preço/Qualidade – 1986” – “What Car”;
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“Top 10 carros – 1986” – “Car”;
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“Melhor Carro Pequeno – 1987” – “What Car”;
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“Melhor Relação Preço/Qualidade – 1987” – “What Car”;
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"Car of the Reason" (carro da razão) - eleito cinco vezes (1984, 85, 87, 88 e 89) pela Automagazine "MOT" (revista alemã);
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um outro em 1989, aquando do aparecimento da segunda versão, não estando aqui especificado;
- “Carro do Ano 1985 e 1992”, pela revista “Autoesporte”, no Brasil.
- "Melhor Carro para ser reparado 2008" - categoria 1.0 L - CINAU (Centro de Inteligência Automotiva - Brasil), composto por um júri de 1200 profissionais do sector;
- “Ecomotor 2009” – premiação pela economia de combustível e emissão de gases – revista “Motor Show” (Brasil).
Apesar de não ter ganho, propriamente, um galardão, o Uno seria ainda agraciado pela imprensa brasileira, em 2007, como o carro com a melhor visibilidade daquele mercado.
Títulos obtidos pelos seus derivados:
- “Prêmio”: “Carro do Ano”, em 1986 - Brasil.
- “ Fiorino” – “Furgão Leve do Ano" (Prémio Lótus), pela revista brasileira “Frota & Cia”, desde 1993 até 2010, ou seja, um prémio por ano. Galardão este que se baseia no volume de vendas de cada automóvel.
Museus:
- Todas as versões da I série (903 – 1498 c.c.) - 1983-89: 750 €;
- Uno Selecta (1116 c.c.) - 1988-89: 750 €;
- Uno D / DS (1301 c.c.) - 1983-89: 500 €;
- Uno 60 D / DS (1698 c.c.) - 1986-89: 500 €;
- Uno Turbo i.e. / Antiskid (1301 c.c.) - 1985-89: 1000 €;
- Uno Turbo D (1367 c.c.) - 1986-89: 750 €;
- Todas as versões da II série (903 - 1498 c.c.) - 1989-92: 500 €;
- Uno Selecta / Selecta i.e. II S (1116 - 1498 c.c.) - 1989-92: 750 €;
- Uno 1.3 D / DS II série (1301 c.c.) - 1989-92: 500 €;
- Uno 1.7 D / 1.9 D / DS II série (1698-1929 c.c.) - 1989-92: 500 €;
- Uno Turbo D II série (1367 c.c.) - 1989-92: 750 €;
- Uno Turbo i.e. / Racing (1372 c.c.) - 1989-93: 1000 €;
- Duna / Duna Weekend (1116 - 1301 c.c.) - 1987-90: 500 €;
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Duna DS / Duna Weekend DS (1698 c.c.) - 1987-90: 500 €.
(*) dados fornecidos pela revista de clássicos reconhecida internacionalmente "Ruoteclassiche"
O Uno de volta às grandes competições automóveis nacionais: Troféu Uno 45 S (Desafio Único) ... a não perder!! http://www.desafiounico.com/
Fiat em Nós e Acelera (Open de Ralis 2010)... a não perder!! http://www.reivax-sport.com/
Segunda-feira
Os clássicos de Rui Barata
Sábado
Dicas para uma boa manutenção do automóvel
A Geração Kadett da Opel
Assumindo-se como uma das gamas mais importantes e de maior impacto dentro da Opel, a família Kadett honrou a casa que lhe deu à luz e deixou para trás muitas histórias de sucesso.
Comercializado na América, como Chevrolet; em Inglaterra, como Vauxhall; e na grande maioria dos países do resto do mundo, como Opel, o Kadett conheceu várias gerações e gamas, desde as mais básicas até aos desportivos, como o GSI, com prestações que sobressaiam no panorama automobilístico da sua época.
O primeiro modelo foi lançado na Alemanha, em 1937, e a sua produção terminou três anos depois. A construção desde veículo seria interrompida devido à II Guerra Mundial, sendo que, depois do holocausto, a montagem deslocar-se-ia para a União Soviética. Estes primeiros Kadett serviram ainda de base para a construção do Moskvitch 400/420. Em Portugal são muito raros nos dias que correm e, por isso, a sua cotação é, neste momento, bastante aliciante.
Só na década de 60 é que se deu início à comercialização de um novo Kadett. Trata-se do Kadett A (como ficou conhecido) e saiu em 1962. Instrumentação e mecânica básicas faziam deste carro o modelo de acesso à marca, tendo-se afirmado como um produto de referência no seio dos carros compactos. Os motores de 1000 c.c. faziam as honras da casa e as variantes existentes (saloon, estate e coupé) permitiram um uso versátil em todas as situações.
A produção do Kadett A cessava em Julho de 1965 – com 649,512 exemplares vendidos - altura em que entrou o “B”, muito mais evoluído, sob todos os aspectos. Aqui destacam-se motores que iriam dos 1100 aos 1900 c.c. - de
Os kadett B seriam ainda vendidos nos E.U.A. entre 1967 e 1972, onde tiveram bastante sucesso graças, em parte, às críticas muito favoráveis.
Em meados da época das calças à “boca de sino” sairia para o mercado o C, mantendo a mesma postura do B, mas com retoques no interior e exterior feitas em cada uma das versões, mantendo o “ar de família”. Só com o aparecimento do city, nos anos 70, é que o Kadett passou a ser comercializado no segmento C, ou familiar. O Kadett C apareceu em 1973 e foi considerada a versão Opel da General Motors, com o nome: "T-Car". O T-Car seria igualmente construído pela Isuzu, no Japão e vendido como Isuzu Gemini na Austrália. Na Coreia do Sul, a Daewoo construíra uma versão denominada de Daewoo Maepsy.
Este modelo foi apresentado em diversas séries limitadas, tornando-se num objecto de culto, principalmente na Alemanha, na versão coupé. No Brasil foi apresentado com Chevrolet Chevette e receberia um motor 1.0 em adição aos já existentes. Neste país da América do Sul o Kadett C venderia 1,6 milhões de exemplares, modelo que seria substituído, anos mais tarde, pelo Chevrolet Corsa, mais conhecido na Europa por Opel Corsa. O fim do C estava programado para 1979.
A mudança radical dar-se-ia com o lançamento do modelo a seguir. Estamos agora no tempo do Kadett D, que surge ainda no ano de 1979. O novo carro, que adopta uma plataforma desenvolvida pela GM, termina as suas funções em 1984.
As carroçarias oferecidas limitavam-se às berlinas de três e cinco portas e station, permitindo variações de peso entre os 875 e os
O modelo D acarretava ainda a responsabilidade de estrear a transmissão nas rodas dianteiras. O conforto, o equipamento, mas também o comportamento, vincavam este produto nos fins da década de 70, princípios da de 80.
O Kadett a seguir, ou seja, o E (Vauxhall Astra Mk2, em Inglaterra) teve o seu período de comercialização entre 1984 e 1991, estando disponíveis as variantes: station, sedan, cabriolet e três volumes com três e cinco portas. Esta geração seria galardoada com o Prémio “Carro do Ano
Ao nível dos “corações”, destaque para o bloco de entrada 1400, de extrema fiabilidade, e os 2000 c.c. que equipariam os GSI, mostrando aptidões, inequívocas, nas mais variadas provas desportivas, à escala mundial. Todavia, foram introduzidas outras motorizações, como um
A versão E do Kadett (Chevrolet) chegou ao Brasil em 1989, baseado no modelo alemão de 1984. No total, 459.068 veículos Kadett foram produzidos no Brasil até à sua substituição pelo Astra, em 1999. O modelo E seria eleito pela Revista Autoesporte “Carro do Ano de 1991”.
Os últimos Kadett E apresentaram, pelo menos em Portugal, duas séries limitadas: “Califórnia” e “Tiffany”, com grafismos exclusivos e jantes de liga leve. Seria o fim de uma grande carreira, com a chegada do seu sucessor Astra, em 1992 / 1993. O kadett, todavia, continuaria a ser comercializado em alguns mercados, nomeadamente no Brasil, onde foi vendido até aos finais da década de 90, como foi referido.
Com o Astra, as questões ambientais e de segurança deixaram o Kadett obsoleto, contudo, a sua postura desportiva e familiar, abraçada por uma eficiência a toda a prova, deixaram-no na memória de todos.
Rui Barata

